Neste domingo (5/7), às 17h, o Brasil encara a Noruega no MetLife Stadium, em Nova Jersey, valendo vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Fora do gramado, o mercado imobiliário norueguês tem outro capítulo curioso pra quem trabalha com locação.
Poucas imobiliárias param pra olhar como outros países resolvem o mesmo problema que você resolve todo dia: garantir que o proprietário receba o aluguel e que o inquilino tenha segurança pra morar. A Noruega encara essa questão de um jeito quase oposto ao brasileiro, e isso ajuda a enxergar com mais clareza o que já funciona bem por aqui.
Veja o que chama atenção no mercado de locação norueguês e o que isso tem a ver com a garantia locatícia que sua imobiliária já usa.
Na Noruega, alugar é a exceção, não a regra
No Brasil, o aluguel é parte natural da vida em qualquer cidade grande. Na Noruega, é o contrário. Cerca de 80% dos noruegueses são proprietários do imóvel onde moram, e só uma fatia pequena, perto de 20%, aluga. É uma das taxas de posse de imóvel mais altas da Europa.
Isso não aconteceu por acaso. No pós-guerra, o governo norueguês decidiu que praticamente todo mundo deveria ter acesso à casa própria, e não ao aluguel. Bancos públicos financiaram a construção em massa de moradias, com condições facilitadas. O resultado, décadas depois, é um país onde o mercado de locação tradicional é pequeno: hoje representa uma fatia bem menor do total de moradias do que no Brasil.
Pra quem vive de locação, esse dado já é uma curiosidade e tanto: imagine operar numa imobiliária de aluguel num país onde alugar é visto quase como fase de transição, não como estilo de vida.
O jeito esquisito, pros nossos olhos, de "comprar" um apartamento
Aqui talvez esteja a curiosidade mais interessante do mercado norueguês: parte considerável da população não compra o apartamento propriamente dito. Compra uma cota de uma cooperativa.
Chama-se borettslag. Na prática, cerca de 18% dos noruegueses moram nesse modelo. Em vez de ter a escritura do imóvel no nome, a pessoa compra uma participação numa cooperativa que é dona do prédio inteiro. Essa participação dá direito de morar numa unidade específica, votar nas assembleias e vender a cota depois, mas quem aparece como proprietário legal do terreno e do edifício é a cooperativa, não o morador.
Existe até uma palavra que resume bem a cultura por trás disso: dugnad , o mutirão comunitário pra cuidar das áreas comuns. É tão enraizado que já foi eleita a palavra que melhor representa a identidade norueguesa.
Pra uma imobiliária brasileira, é um exercício interessante de perspectiva: o conceito de propriedade que parece óbvio aqui não é universal. Cada país constrói regras próprias pra equilibrar acesso à moradia com segurança financeira, exatamente o mesmo problema que a garantia locatícia resolve no Brasil, só que por outro caminho.
Caução? Lá o dinheiro do inquilino nem sai da mão dele
Aqui está o ponto que mais se conecta com o que a Chave Garantida discute todo dia: como proteger o proprietário sem prejudicar o inquilino.
Na Noruega, quando existe depósito de caução, a lei não deixa o valor ir direto pro bolso do proprietário. O dinheiro precisa ficar numa conta bancária bloqueada, aberta em nome do próprio inquilino. O proprietário só consegue acessar esse valor em caso de inadimplência ou dano comprovado, seguindo um processo formal. Os juros da conta, inclusive, são do inquilino.
Na prática, isso significa que o proprietário tem uma garantia real, mas o inquilino não perde o controle do próprio dinheiro no processo. É a mesma ideia por trás de qualquer garantia locatícia bem desenhada: reduzir risco pro proprietário sem transformar o processo numa cilada pro inquilino. É o mesmo raciocínio que sustenta, por exemplo, a régua de cobrança que mantém a inadimplência baixa numa carteira de locação.
Existe até uma versão parecida com seguro fiança por lá.
A lei norueguesa também prevê uma segunda opção, além do depósito em conta: uma garantia dada por terceiro, geralmente uma seguradora, que assume o compromisso de cobrir eventuais dívidas do inquilino junto ao proprietário. É o mesmo raciocínio do seguro fiança que a Chave Garantida oferece no Brasil, só que aplicado num contexto totalmente diferente.
A diferença central está na execução. No Brasil, com resposta em 10 segundos por seguradoras reguladas pela SUSEP, a imobiliária resolve a garantia no mesmo atendimento, sem travar a locação esperando alguém abrir conta em banco ou reunir documentação. Veja também como funciona a garantia do seguro incêndio dentro do mesmo fluxo.
Outras curiosidades rápidas do mercado norueguês
- O aluguel médio de um estúdio em Oslo gira, segundo estimativas recentes do setor, em torno de 9 mil coroas norueguesas por mês. É considerado um valor alto mesmo pros padrões locais, o que reforça como a escassez de imóveis pra locação pressiona os preços.
- O contrato padrão de locação na Noruega costuma seguir um modelo do órgão de defesa do consumidor local, parecido com um contrato de gaveta padronizado, o que reduz a variação (e a confusão) entre um contrato e outro.
- Cerca de 4% da moradia no país é habitação social municipal, destinada a quem não consegue entrar no mercado de compra. É uma fatia pequena se comparada ao tamanho do mercado de locação privada em países como o Brasil.
O que fica pra sua imobiliária
Cada país resolveu o problema da garantia de aluguel de um jeito diferente: conta bloqueada em nome do inquilino, cooperativa que é dona do prédio, seguradora que garante o contrato. O objetivo por trás de todos eles é o mesmo: dar segurança pro proprietário sem travar o acesso à moradia.
No Brasil, essa segurança já existe de forma rápida e sem burocracia, o que também ajuda a reter o proprietário na sua imobiliária. Com o seguro fiança da Chave Garantida, a resposta sai em 10 segundos, através de seguradoras com lastro financeiro como Porto, Tokio Marine, Too e Pottencial, todas reguladas pela SUSEP. Nada de esperar conta bloqueada abrir ou processo de terceiro se arrastar: a imobiliária resolve a garantia na hora e fecha mais locações.
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Enquanto outros países dependem de conta bloqueada ou cooperativa, sua imobiliária já pode aprovar garantia locatícia em segundos com seguradoras reguladas pela SUSEP.
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